Este é o Periódico Nave,
e esta é a Cena Artêsta!
Sejam
bem-vindos ao imaginário...
“A pessoa artêsta é aquela que mergulha nas
ondas do imaginário. O imaginário é um oceano infinito, dentro de algo
eternamente finito – a forma. Pode-se dizer que a artêsta é uma gota, e seu
imaginário é o oceano. A gota se derrama no oceano porque esse é o seu anseio
essencial. Num oceano infinito existem riquezas infinitas. O trabalho da
artêsta é extrair as riquezas e lapidá-las em obras de arte. Assim, a artêsta é
um tipo de ponte entre a consciência e o inconsciente.” (A Artêsta e a Escola de Artêstas)
Navê Literária & Sarau da Gruta, no Coreto (26.09.2015)
Em parceria com a Cia.
Cubo-Brasileira D'artê e o Coletivo Cultural da Gruta, convidamos a todos e a
todas para participar do segundo evento literário que será realizado
mensalmente, no Coreto do Pq. Ipê, no João XXIII.
COM:
- Navê Literária: um experimento artístico-científico
voltado para a criação literária
- Sarau da Gruta: uma vivência rito-poética de
autoconhecimento e celebração da arte
- Trio Pulsante (Tom Barão e sua banda)
- Projeções (Cine Grutalta)
- Barbearia Barões (o bar da Cena Artêsta)
LOCAL:
Praça Carlos Alberto Figueira Leitão
(Praça do Coreto, situada na região Pq. Ype/Jd. João XXIII)
REALIZAÇÃO:
Coletivo Cultural da Gruta (Sarau da Gruta)
Cia. Cubo-Brasileira D'Artê
Coreto Cultural
REALIZAÇÃO:
Coletivo Cultural da Gruta (Sarau da Gruta)
Cia. Cubo-Brasileira D'Artê
Coreto Cultural
Rádio Chanel
85° PROGRAMA DA RÁDIO
CHANEL
19° Capítulo – V Parte da Novela de Idas.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora - Aquática, Terremoto (Pantera) e Sangue do Mamute (Tom Barão e Pantera).
Divulgação: Ateliê 3Marias.
Produção Cia ID´Artê.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora - Aquática, Terremoto (Pantera) e Sangue do Mamute (Tom Barão e Pantera).
Divulgação: Ateliê 3Marias.
Produção Cia ID´Artê.
86° PROGRAMA DA RÁDIO
CHANEL
19° Capítulo – VI Parte da Novela de Idas.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora Ida 1 de Tom Barão e Pantera e Flauta de Xa-rá do Álbum “Pulsante” de Tom Barão.
Divulgação: Periódico#Nave
Produção: Cia ID´Artê.
19° Capítulo – VI Parte da Novela de Idas.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora Ida 1 de Tom Barão e Pantera e Flauta de Xa-rá do Álbum “Pulsante” de Tom Barão.
Divulgação: Periódico#Nave
Produção: Cia ID´Artê.
87° PROGRAMA D RÁDIO
CHANEL
20° Capítulo - I Parte da Novela de Idas.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora - Samba 1(Alince), Terremoto(Pantera) e do Álbum "Pulsante": Dimensão do Contrabaixo de Tom Barão.
Divulgação: Periódico#Nave e Navê Literária e Sarau da Gruta.
Produção: Cia ID´Artê
20° Capítulo - I Parte da Novela de Idas.
Da Realidade e do Imaginário de Ridarco.
Trilha Sonora: Pantera
Ida Sonora: da 1ª Playlist de Ida Sonora - Samba 1(Alince), Terremoto(Pantera) e do Álbum "Pulsante": Dimensão do Contrabaixo de Tom Barão.
Divulgação: Periódico#Nave e Navê Literária e Sarau da Gruta.
Produção: Cia ID´Artê
DANCE
ESCONDIDA
Ótima semana a tod@s!
O programa DANCE ESCONDIDA chega esta semana com um
registro do Seminário de Literatura Negra que aconteceu na I FLICT (Festa
Literária de Cidade Tiradentes).
Conseguimos
trocar uma ideia com alguns d@s autor@s e pesquisador@s presentes.
Esmeralda
Ribeiro , Miriam Alves, Oubí Inaê Kibuko, Cuti.
A Professora
Lígia Ferreira (USP), biógrafa de Luiz Gama; Oubí Inaê Kibuko, fotógrafo,
escritor e morador da Cidade Tiradentes há mais de 50 anos e Abílio Ferreira,
pesquisador, escritor e um dos organizadores do evento.
6º Capítulo de Novela de Idas
Da
Realidade e do Imaginário de Ridarco
II Parte
A luz do pingente volta a me
envolver e me puxa para dentro da pirâmide verde, entra nela e sou absorvido.
Estou de cabeça para baixo, caindo, resignado. Solar passa mais uma vez no seu
pégasus preto. Imagens surgem causando pavor, do presente e do passado, flashes
e fotos, risadas irônicas, figuras não gratas, situações já vividas, uma
realidade virtual que me põe de volta a tudo o que já vivi, não há saída.
Corpos disformes me puxam e procuram me tragar. Quanto mais resisto, mais sou
engolido. Sou levado a reviver cada situação idêntica de novo mas obrigado a
agir de forma totalmente diferente em cada uma Escola, casa, família, amigos.
Solar passa no seu pégasus preto e eu salto no lombo do seu pégasus. Andamos
pelas montanhas do vulcão. Quando chegamos na frente do mar, o pégasus bate as
asas e abre o mar. Entramos e andamos sobre o pégasus, o pingente voa acima de
nossas cabeças a uns 7 metros de altura. Emite uma luz ou campo de força que
serve de uma parede para não deixar água do mar fechar a trilha. Golfinhos e
tubarões veem atrás voando como se nadassem, passa correndo um mamute e um
cavalo. Uma mão gigante aparece, ela está suspensa por uma corda. Agora a mão
bate no chão e causa um grande maremoto. A força da batida nos faz dar passos
para trás com os animais. A mão bate 7 vezes no chão, causando maremoto e
terremoto, até que para e começa a sair entre a mão e o chão, números, muitos
números quicando no chão, muitos e muitos. Entre os números, o duende verde,
inimigo do homem aranha. Até que surge o número 5, presto mais atenção nele,
que quicando passa do meu lado e volta a trilha ganhando velocidade. Corro
atrás dele, Solar também corre e está atrás de mim.
Corro atrás dele, Solar também
corre e está atrás de mim. Ela dá um salto que ultrapassa eu e o número 5.
Quando ela chega no chão, o 5 entra nela e eu a abraço e somos carregados por
um redemoinho para as profundezas das águas escuras, somos envolvidos por uma
iluminação de seres abissais que nadam em volta, eles entram e saem de dentro
do redemoinho. Então Uma criança sai correndo de dentro do redemoinho. Eu e
Solar corremos para tentar alcançá-la. A criança pega carona numa baleia até
chegar na beira-mar. Ela brinca com dois pauzinhos, entrega um para mim e outro
para Solar. Os pauzinhos crescem e eu e Solar ensaiamos uns passos de Makulelê.
A criança pula na minha cabeça, pula na de Solar, pula novamente na minha e na
de Solar. Se diverte. A caveira vem andando até nós. A criança pula na cabeça
da caveira e ela se desmonta toda no chão. A criança pega um fêmur (osso da
coxa) e começa a bater o fêmur no chão. A caveira se reconstitui e vê a criança
bater o osso no chão, curtindo o som do osso na terra. Ela toma o fêmur da
criança que começa a chorar lágrimas de leite. Então Solar pega a criança para
dar mamar e deita na rede. Eu balanço a rede enquanto ela dorme e dá de mamar.
A caveira me chama, está sentada na beira do açude na cidade de Guarita, Estado
da Paraíba. Ela joga o anzol e pesca uma perna. Eu jogo o anzol e pesco um
dicionário de uma língua desconhecida, jogo novamente e pesco uma tabuleta com
um ideograma japonês pingando espinhas de piaba, então sai um elefante do
açude, um triângulo de 1metro e 71, um aro de bicicleta, uma bicicleta amarela.
Cia Cubo-Brasileira D’Artê
Neopardas
Cia. D’Artê:
Periódico
Nave:
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Escondida
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Cia. Cubo-Brasileira
D’Artê https://www.facebook.com/Cia-Cubo-Brasileira-DArt%C3%AA-1020570987954487/timeline/
Ficha Técnica
Diretor-Geral: Javier Morejón


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